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Microsoft x Google um 2010 competitivo, um 2011 que promete


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SOS Designers

Por Redação do IDG Now!

Publicada em 03 de janeiro de 2011 às 07h40
Atualizada em 17 de janeiro de 2011 às 18h58

Selecionamos quatro áreas em que elas concorrem na web, com destaque para as principais mudanças anunciadas no ano. O que virá em seguida?

31/12 foi o dia em que todos fizeram os balanços de 2010 e revisaram seus planos para o ano novo, Mas, em TI, nenhum balanço ficaria completo sem as gigantes Microsoft e Google, principalmente em termos de Internet.


Confira as principais alterações nos produtos web das duas empresas, em quatro áreas de atuação. Claro que tratamos aqui das mais importantes, já que uma lista completa só ficaria pronta em dezembro de 2011.


1:: Webmail

Predominantemente para uso comercial, as melhorias feitas no serviço de email da Google não foram poucas. A Priority Inbox, que se encarrega de selecionar as mensagens mais importantes na hora de baixar o contingente de correspondências, é um exemplo disso.


Ela se baseia no comportamento do usuário, comparando inclusive se o dono da conta costuma ou não ler emails de determinado contato. Caso o serviço verifique que as chances dessa mensagem ser importante para o usuário são grandes, ele as separa em um espaço, onde concentra os e-mails prioritários.


O Hotmail trouxe avanços de sincronização com o recebimento automático de mensagens, cuja introdução possivelmente tenha causado um timeout longo e em várias partes do mundo.


Em um encontro na Microsoft Brasil, em dezembro de 2010, foram apresentadas diversas hipóteses que ocasionaram a falha nos servidores; nenhuma delas foi confirmada. 


Em 2010 foi apresentado o Live Mail 2011, da Microsoft. O programa  é um cliente leve e integrado a uma variedade de redes sociais. A MS, aliás, deu vários passos em direção a união de seus produtos, incluindo o buscador, com as comunidades digitais. Talvez o primeiro deles tenha sido quando a emprese resolveu liberar a criação de contas no MSN com e-mails que não pertencem aos domínios Hotmail e Live.


Desde meados de julho, o SkyDrive, drive virtual disponível para usuários Hotmail e Live, ampliou o espaço para 25GB e permite anexar até 1GB em arquivos às mensagens, contanto que fossem limitados a 20 arquivos de 50MB cada.


Ainda não disponível para usuários brasileiros, o produto da Google que está em plena rota de colisão com serviços como Skype deve permitir chamadas de voz entre usuários de Gmail está associado a linha de soluções de chat da Google. 


Em 2011 usuários norte-americanos poderão continuar a realizar chamadas na plataforma Gmail Chat de graça. Logo no primeiro ano de funcionamento, dados de um usuário desse serviço foram acessados ilegalmente por um engenheiro da empresa localizada em Mountain View. Usar ou não tal solução está intimamente ligado ao nível de privacidade que se deseja ter.


Tanto o Hotmail quanto seu concorrente, passaram a pemitir conexões seguras (https) nos servidores de webmail.


2:: Produtividade online

A Google ampliou sensivelmente as opções para fazer upload de diferentes tipos de arquivos e lançou um editor de imagens colaborativo no Google Docs.


Talvez o funcionamento prematuro da suíte de edição de documentos online Office Web Apps tenha motivado a Google a acelerar a apresentação desses novos recursos.


O serviço de edição da Google na nuvem pode ser mais antigo que o da MS, mas a intimidade que muitos têm com a interface do Word ainda é um diferencial na hora de optar por uma ou outra plataforma. Em 2011 devemos assistir de camarote a disputa entre os dois serviços nesse segmento.


3:: Browser

Com cinco versões de fundamental importância apresentadas ao mercado, o navegador da Google é bom em termos de usabilidade e de simplicidade. Os atalhos para realizar buscas no Chrome são fáceis de usar e quase instintivos. Era divulgada a integração do Instant às novas versões do browser, mas essa, parece, passou batida.


O navegador de Eric Schmidt roda perfeitamente em sistemas 32 e 64 bits, a atualização do browser ocorre de forma automática e instalar plugin nele é fácil como roubar um doce de uma criança.


Seus inconvenientes são: uma barra de download que é exibida a cada arquivo baixado e que, em displays de netbooks, ocupam uma razoável porção da área visível e a falta de visibilidade dos favoritos.


Qualquer semelhança entre a interface dele e da versão Beta do browser Internet Explorer, da Microsoft não pode ser apenas coincidência. No IE9 Beta sumiram vários botões que não tinham, em verdade, qualquer função que justificasse sua presença na interface. A barra de endereço, onde fica exibida a URL que o internauta visita é pequena demais no IE9 Beta.


A exibição das abas de guias abertas impede que seja mostrado o endereço na íntegra. Ainda em fase experimental, o browser da Microsoft deve ser baixado de acordo com a plataforma usada, 32 ou 64 bits.


No caso da versão 64 bits, algumas versões do Windows 7 não permitem que o navegador seja configurado de forma a ser o browser padrão e ainda é necessário baixar um pacote, também beta, para interpretar conteúdo desenvolvido em flash.


As melhoras do Chrome renderam a Google mais de 2% de ganho no share de browsers em 2010. De acordo com dados colhidos junto à Net Applications, o navegador que deve servir de base para o sistema operacional Chrome OS detém atualmente um décimo de todas as máquinas.


4:: Buscas

O Google realizou, no primeiro semestre de 2010, alterações na aparência e na lógica de seu site de buscas. Inegavelmente a alteração na interface de buscas, com a barra localizada à esquerda e apresentando opções de filtragem dos resultados por data, natureza e formato da informação, apresentação da roda mágica (para efetuar pesquisas em tendências de busca sem sair da interface de pesquisa) foram, na melhor das hipóteses, e com exceção para o último, “herdadas” da interface do Bing, da Microsoft.


O mesmo pode ser dito da maneira usada pelo Google para exibir resultados de imagens; é outra interface inspirada na maneira Bing de mostrar arquivos gráficos.


Na maneira de elencar os resultados, a Google realizou o May Day Update, em que aperfeiçoou os resultados para buscas conhecidas por “cauda longa”, um tipo de pesquisas que envolve informações mais aprofundadas.


Após esta mudança, houve outra que influenciou bastante a SERP (página de resultados de busca) quando o usuário informava uma marca. O Google passou a dar preferência às páginas hospedadas dentro do domínio principal da marca, como BMW, por exemplo.


No segunda metade de 2010, tanto o Google quanto o Bing incrementaram sua lógica de exibição para buscas de maneira no mínimo radical.


O Bing passou a incluir um tipo de resultado “curado” por contatos do Facebook. Se o usuário da rede social acessar o site de buscas da Microsoft depois de uma sessão no Facebook para efetuar uma busca, o mecanismo de pesquisas dará preferência a resultados que tenham sido “curtidos”.


No Google, setembro foi o mês de estreia do Google Instant, recurso que apresenta os resultados de pesquisa à medida em que o usuário digita os termos procurados.


Nenhum dos dois recursos está funcionando nos canais brasileiros de busca dos dois mecanismos. Se o usuário quiser experimentar o Google Instant, deve selecionar a opção "Go to Google.com", no site de    buscas.


(Klaus Junginger)

FONTE ORIGINAL: 
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/12/30/microsoft-x-google-um-2010-competitivo-um-2011-que-promete/

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